Por Mário Plaka (*)
Há aproximadamente 40 anos, um projeto foi sendo desenhado silenciosamente no Brasil. Um projeto que, pouco a pouco, foi infiltrando-se nas universidades, nas instituições e nas mentes de uma geração inteira. Enquanto muitos dormiam, outros agiam — e hoje colhem o fruto de uma estratégia que não nasceu do acaso, mas de uma construção ideológica paciente e calculada.
Mas o verdadeiro alerta não está em quem ocupa o poder. Está em quem perdeu a fé.
A esquerda não começou no voto, começou na mente. E a mente se forma onde o Evangelho é silenciado. É nas salas de aula, nas universidades, nas redes sociais e dentro dos lares que a fé vem sendo corroída — não por argumentos, mas pela ausência da Palavra de Deus.
Eles nunca esconderam quem são. Sempre foram claros em seus propósitos: são contrários à família, à fé em Deus e ao Estado de direito. Querem dominar o Estado, transformá-lo em extensão de poder pessoal e ideológico, e não em instrumento de justiça para o cidadão. A soberania, para eles, não pertence à nação, mas ao grupo que governa. Em todo país dominado pelo comunismo e pelo socialismo, o primeiro passo é sempre o mesmo: eliminar a presença de Deus e enfraquecer a estrutura familiar.
E o mais grave é que eles próprios afirmam isso com clareza. Não mentem sobre quem são, apenas sobre o propósito final. O próprio presidente já disse que, sem mentir, não há como governar — e a Bíblia nos ensina que o pai da mentira é o opositor de Deus. A mentira, portanto, não é apenas um hábito; é o método que sustenta o engano.
O problema não é o voto em si. O problema é o coração que vota sem conhecer a Bíblia.
Porque quem conhece o Evangelho, quem tem a família como base, quem entende que Deus é o alicerce da sociedade, jamais entregará sua consciência a um sistema que tenta substituir a fé pelo Estado, a verdade pela mentira, e a liberdade pela manipulação.
A esquerda — como ideologia — tem clareza sobre o seu propósito: destruir os pilares que sustentam a fé. Por isso ataca a família, relativiza valores e tenta convencer o homem de que ele não precisa de Deus. Mas a história mostra que toda nação que abandonou a fé, perdeu sua identidade e desmoronou moralmente.
O cristão verdadeiro não precisa de rótulo político. Ele precisa de discernimento espiritual.
Porque o Reino de Deus não é de esquerda, nem de direita — é de justiça, de verdade e de princípios eternos.
Portanto, não lute contra pessoas, lute contra a cegueira espiritual, leve a palavra, pregue o Evangelho, mostre o caminho.
Quem conhece a Deus, conhece a verdade — e a verdade liberta.
Essa é a revolução que o Brasil precisa.























