O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), não incluiu os parlamentares Flávio e Eduardo Bolsonaro como alvos investigados na decisão referente às movimentações financeiras do filme “Dark Horse”. O documento, que motivou especulações após sua divulgação, menciona o ex-presidente Jair Bolsonaro estritamente devido ao conteúdo da obra cinematográfica, que retrata sua trajetória política.
A apuração no STF examina o fluxo de recursos envolvendo a produção do longa-metragem, o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e outras entidades ligadas ao projeto. Ao contrário dos rumores que circularam recentemente, o despacho assinado pelo ministro não aponta responsabilidades ou indícios contra os filhos do ex-chefe do Executivo.
O principal foco da investigação detalhada por Dino recai sobre o deputado federal Mário Frias, apontado como produtor executivo da película. O ex-secretário especial de Cultura ocupa posição central no escrutínio sobre o financiamento e a execução do projeto audiovisual.
As citações a Jair Bolsonaro no documento judicial possuem caráter meramente narrativo, servindo para contextualizar o tema abordado pelo filme. O texto deixa claro que o ex-presidente é o assunto da obra, mas não figura como investigado no escopo dessa decisão específica sobre o rastreamento financeiro das produtoras e institutos envolvidos.























