O Tribunal de Contas de Minas Gerais suspendeu o lançamento da privatização da Copasa. O evento estava previsto para a próxima quinta-feira, 23 de abril. A decisão ocorreu durante um julgamento oficial do órgão. O tribunal identificou irregularidades que impedem o avanço imediato da venda da companhia. Agora, o governo estadual deve corrigir os erros técnicos antes de realizar novos passos no processo.
O órgão fiscalizador analisou denúncias feitas pela deputada estadual Bella Gonçalves. O presidente do tribunal, Durval Ângelo, reforçou a importância dessa análise detalhada durante uma coletiva. O tribunal estuda o valor real do patrimônio da Copasa neste momento. Os conselheiros também discutem a situação dos municípios e o futuro dos servidores da empresa. O processo exige clareza sobre as obras em curso e os acordos firmados com o Ministério Público.
O conselheiro Agostinho Patrus explicou a situação atual da companhia mineira de saneamento. A Copasa possui autorização para continuar os estudos técnicos sobre a privatização. Porém, a empresa está sob um regime de liberdade vigiada por determinação legal. A companhia não pode vender ações ou prejudicar o patrimônio público de Minas Gerais. A Copasa deve avisar o tribunal sobre qualquer decisão importante com 48 horas de antecedência.
O tribunal quer proteger o patrimônio do estado com total rigor. O governo mineiro precisa submeter todos os estudos à avaliação prévia dos conselheiros. A privatização da Copasa depende agora da correção total das falhas apontadas no julgamento. O tribunal manterá a vigilância constante sobre as decisões da diretoria da empresa. A transparência deve guiar todas as próximas etapas deste processo de desestatização.























