Por Mário Plaka (*)
Não podemos ser tolos, ingênuos ou infantis. Precisamos ter raciocínio lógico e assumir, sem desculpas, a responsabilidade pelos nossos atos.
A verdade é simples: a maioria das pessoas não joga nem 10% do jogo que você joga.
A vida é uma trajetória de decisões pessoais.
É você quem escolhe seus passos.
O único momento em que alguém conduz totalmente a sua vida é no útero. Depois disso, o cordão é cortado — e começa a sua responsabilidade de se posicionar, decidir e arcar com tudo que vem junto.
Estamos vivendo tempos difíceis.
Tempos em que confiança não se dá — se mede, todos os dias.
E é um erro grave acreditar que todos ao seu redor estão alinhados com seus princípios.
Cada pessoa tem seus próprios interesses, limites e objetivos.
Poucos compartilham sua visão.
Menos ainda sustentam suas convicções quando a pressão chega.
E é aí que mora o perigo.
Muitos vão ler, ouvir, compartilhar…
Mas não vão segurar o peso das consequências se algo sair do controle — seja no campo pessoal ou até jurídico.
Por isso, seja autêntico.
Seja firme.
Mas seja consciente.
Cada escolha tem um custo.
Cada posicionamento tem um preço.
No fim, a responsabilidade é individual.
Até a própria fé ensina: a salvação é pessoal.
E não apenas eterna — é diária.
É sobre o que você evitou hoje.
O que enfrentou.
E como se posicionou.
No final das contas, é você quem responde pela sua vida.























