O Corpo de Bombeiros de Nova York esvaziou às pressas um arranha-céu de 37 andares em Manhattan nesta terça-feira. A evacuação ocorreu após vigas de sustentação entortarem em uma área de obras dentro do edifício. O local abrigou a sede mundial da empresa farmacêutica Pfizer e passa por uma grande reforma estrutural. As autoridades locais isolaram a região por segurança e confirmaram que nenhuma pessoa ficou ferida no incidente.
O problema na estrutura começou no início da manhã, por volta das oito horas, no horário local. Operários que trabalhavam no edifício notaram estalos e rachaduras nas paredes nos andares mais altos. O Corpo de Bombeiros respondeu ao chamado de emergência após receber alertas sobre o risco iminente na estrutura. Os engenheiros da prefeitura identificaram que duas colunas de aço entortaram entre o vigésimo primeiro e o vigésimo segundo andar. Além disso, os profissionais constataram que os pisos localizados entre o vigésimo primeiro e o vigésimo sexto andar apresentaram afundamento visível.
O prefeito de Nova York informou que a situação no arranha-céu é extremamente séria. Os técnicos da prefeitura utilizam drones equipados com câmeras para monitorar o movimento da estrutura minuto a minuto. Os drones evitam a necessidade de enviar equipes humanas para o interior do prédio instável. Os especialistas buscam conter a movimentação das vigas para planejar a instalação de suportes de emergência. O Corpo de Bombeiros estabeleceu uma zona de exclusão ao redor do quarteirão para proteger os pedestres.
A evacuação preventiva afetou também sete edifícios vizinhos na região de Midtown Manhattan. Entre os locais esvaziados pelas autoridades estão hotéis, comércios, edifícios residenciais e uma escola com cerca de 400 estudantes. O trânsito de veículos e pedestres permanece totalmente bloqueado nas ruas próximas ao terminal de trens Grand Central. Os responsáveis pelo projeto realizavam a transformação do antigo prédio comercial em um complexo de apartamentos residenciais de luxo. Os engenheiros responsáveis tentam reforçar a base afetada para eliminar o risco de queda localizada de partes da estrutura.























