Por William Saliba (*)
Considerado um dos principais conselheiros do presidente Donald Trump na política externa norte-americana, morreu aos 71 anos, na noite desse sábado (11), de uma “doença repentina”, o senador norte-americano Lindsey Graham, membro do Partido Republicano. Antes adversários políticos, o senador tornou-se um dos principais aliados do presidente após a sua eleição.
Graham passou a falar com Trump com frequência e se tornou presença constante em partidas de golfe ao lado do presidente.
Além de Trump, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi um dos primeiros a lamentar a morte de Graham e o descreveu como “um grande amigo de Israel” e um “querido amigo meu”. Para Netanyahu, Graham entendia que a segurança de Israel e dos Estados Unidos era inseparável e dedicou sua vida à defesa dos EUA, ao fortalecimento da aliança entre os dois países e à defesa do mundo livre.
Aí começam as dúvidas: o serviço de emergência atendeu a um chamado de parada cardíaca no endereço de Graham em Washington D.C. A causa da morte, no entanto, ainda não foi oficialmente confirmada.
Segundo assessores próximos ao senador, ele aparentava estar muito bem de saúde, não reclamando de nenhum sintoma.
No entanto, durante as cerimônias fúnebres do líder iraniano Ali Khamenei, apoiadores do regime exibiram cartazes com o rosto do senador norte-americano Lindsey Graham ao lado de outras autoridades ocidentais. As fotos tinham miras de revólver desenhadas sobre os rostos e ameaças contra eles.
Segundo reportagem publicada pelo “The Jerusalem Post”, esses cartazes faziam parte de manifestações de vingança organizadas durante o cortejo. O senador republicano era conhecido no Irã como um dos políticos de Washington mais críticos ao governo teocrático iraniano.
Há muito a ser investigado… e rápido.
Plagiando a citação do Barão de Itararé:
“No estreito de Ormuz há alguma coisa no ar e não são os aviões de carreira”.























