Carta de Notícias
  • Gerais
  • Colunistas
    • Mário Plaka
    • William Saliba
  • Opinião
    • Amauri Meireles
    • Flávia Presoti
    • Ricardo Ramos
    • Vitor Bizarro
  • Vídeos
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Login
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Carta de Notícias
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Articulistas

A frustrada investigação da ressurreição de Jesus

William Saliba por William Saliba
15 de setembro de 2020
em Articulistas, Opinião
Tempo de Leitura: 5 minutos de leitura
A A
0
A frustrada investigação da ressurreição de Jesus

Após a tumba vazia, o tribuno Clavius, depois de muito trabalho, desistiu da investigação

Compartilhar no WhatsAppCompartilhar no Facebook

Marcelo Dilla (*)

Antes de abordar este tema, lembro que “ninguém” ainda sabe ao certo o dia exato em que Jesus nasceu, pois, romanos mudaram o calendário algumas vezes antes de seu nascimento. Com isso, houve uma diferença real de tempo, entre três e quatro anos. O dia é uma incógnita, mas o provável mês de nascimento de Jesus seria agosto.


Sobre a crucificação de Jesus Cristo, também existe um outro fato bem curioso. Ao que tudo indica, com a real diferença de tempo causada pelos romanos no calendário, Jesus “morreu” com 36 ou 37 anos, e não com 33 anos como é citado até hoje.

O detalhe sobre essas datas, foi registrado pelo antigo historiador judeu/romano Flavius Josephus e é confirmada por outros historiadores romanos daquela época, em seus manuscritos. É importante lembrar, que há alguns anos, o próprio Papa Bento XVI, tinha conhecimento desta “diferença de tempo”. O papa chegou até a analisar uma possível alteração, mas concluiu que seria muito difícil mudar um fato histórico após mais de dois mil anos.

Ainda falando sobre a ‘ressurreição de Jesus’, o fato é recheado de mistérios. Foi lançado, em 2016, um filme (acessível pela Netflix) intitulado “Ressurreição”. A produção mostra a visão perturbadora dos romanos, naqueles dias após a crucificação de Cristo, os quais mudaram o rumo da humanidade.

Pôncio Pilatos, o governador romano da Judéia com sede em Jerusalém, perturbado com as notícias que circulavam dizendo que em três dias, Jesus iria “voltar dos mortos”, ordenou uma “investigação minuciosa”, talvez, a primeira e a maior (guardada as proporções de época). A “volta de Jesus”, poderia significar o fim do Império Romano na Judéia. Essa investigação de Pilatos, foi pressionada pelo Sinédrio (formado por escribas e anciões do templo) e também, pela visita que receberia alguns dias depois da crucificação de Jesus, do Imperador Romano Augustus, preocupado com as constantes rebeliões dos judeus na região.

Desesperado pela “pressão” política e religiosa em que se encontrava, Pilatos escolheu como investigador para o ‘caso Jesus’, o seu melhor e mais confiável tribuno: Clavius, um militar brilhante, inteligente e além de tudo, agnóstico e cético. O tribuno era um homem dotado de muitas qualidades e que poderia resolver a situação em poucos dias, sem dizer, que ele mesmo esteve presente à crucificação e morte de Jesus, no Monte Calvário.

A primeira providência do investigador Clavius foi ir no sábado, acompanhado por escribas do Sinédrio, à tumba na qual foi depositada o corpo de Jesus. Os escribas queriam “garantias”, que a gigante pedra que protegia o sepulcro de Jesus não fosse violada por seus seguidores, que anunciavam sua volta em três dias. O tribuno analisou bem a referida pedra e concluiu que a mesma estava segura e bem lacrada. Ainda assim e, por pressão dos escribas, Clavius ordenou que guardas romanos vigiassem a tumba por todo dia e noite até o domingo, data prevista para a “ressurreição”.

Logo após essa visita, o tribuno se encontrou com Pilatos e deu sua total garantia sobre a segurança da tumba que guardava o corpo de Jesus. Tudo em vão, pois na manhã do domingo, por volta das 7h, Clavius foi acordado por ordem do governador da Judéia e comunicado que a tumba havia sido violada e o corpo de Jesus desaparecido.

Começou, então, uma grande correria em Jerusalém, pois o imperador Augustus chegaria em poucos dias. A pressão sobre o tribuno Clavius aumentou, tanto por parte de Pilatos, quanto por parte dos escribas do Sinédrio, que não admitiam sob nenhum argumento, os ‘boatos’ que anunciavam a volta de Jesus.

O primeiro local onde obviamente Clavius foi verificar, era a pedra da tumba. Para a sua surpresa, ele notou que as inúmeras cordas trançadas não foram cortadas por nenhum objeto, e sim “estouradas”, o que já era um indício de quão misteriosa seria aquela investigação.

Acreditando que o corpo de Jesus havia sido “roubado”, o investigador romano emitiu ordem urgente, para que fossem desenterrados os inúmeros corpos de judeus mortos por crucificação naqueles dias, até mesmo, para que ele tentasse reconhecer o de Jesus.

Clavius assistiu pessoalmente a crucificação, e lembrava claramente da perfuração por lança no tórax de Jesus, coisa que os outros corpos não possuíam. Após desenterrar dezenas de corpos e conferir um a um, o tribuno não encontrou o corpo do líder cristão.

Para piorar as coisas, os soldados, que guardavam a entrada da tumba, relataram em seus depoimentos, que ouviram um tremor de terra seguido por um imenso clarão, pouco antes do nascer do sol no terceiro dia (domingo), ficando eles (os soldados), temporariamente sem visão.

O próximo alvo do investigador era interrogar seguidores próximos a Jesus. Através de informantes pagos, Clavius chegou a dois depoentes: Maria Madalena e o apóstolo Bartolomeu. Os depoimentos separados de ambos confundiram ainda mais a cabeça do tribuno.

Clavius continuava sendo bastante pressionado. A todo instante tinha que dar satisfação aos dois lados preocupados com o “sumiço” do corpo do grande Mestre dos cristãos. Com o tempo já acabando e nada de encontrar o corpo do crucificado, Clavius sugeriu a Pilatos que fosse colocado no pátio do palácio, quando da chegada do Imperador Augustus, um corpo qualquer de judeu morto por crucificação.

Então foi enviado para o palácio de Pilatos, um corpo em decomposição para se passar pelo Jesus, para que o imperador Augustus pudesse vê-lo e acreditar na volta da tranquilidade na Judéia. Contudo, após a rápida visita do imperador romano, os escribas judeus continuaram pressionando Pilatos, sobre o “paradeiro” do corpo do Mestre. Foi quando Clavius abandonou o caso, devido ao cansaço e aos inúmeros mistérios envolvidos durante toda a investigação, e que não logrou em nenhum êxito.

Mais algumas informações “históricas” sobre Jesus. Há 99% de chances de o dia da crucificação de Jesus Cristo ter ocorrido em 7 de abril e a sua ressurreição no dia 9. O ano seria 30 dC (depois de Cristo). No entanto, ainda existe a confusão do calendário causada pelos romanos, fazendo com que o ano na verdade, seja o ano 33 ou 34 dC. Pilatos cometeu suicídio cinco anos depois da crucificação de Cristo, e seu sucessor foi o meu xará “Marcelo”, com alta patente militar romana e que havia chefiado a guarnição que crucificou Jesus. Marcelo governou a Judéia menos de um ano e abdicou do cargo. Não existem registros sobre os motivos.

Por isso, sendo crente ou não, a narrativa da história da crucificação e ressureição de Jesus Cristo permanece até hoje envolvida de mistérios.

(*) Marcelo Dilla é cronista, guitarrista e vocalista da banda Creedence Cover

Tag: JesusMarcelo Dillaressurreição
Postagem anterior

Peça com Irene Ravache é atração online do Instituto Usiminas

Próxima postagem

Estudantes brasileiros melhoram desempenho em matemática

Leia também

A razão de Estado sobre a ideologia
Amauri Meireles

A razão de Estado sobre a ideologia

27 de junho de 2026
Nem cárcere comum, nem impunidade: o discernimento como a verdadeira terceira via
Amauri Meireles

Nem cárcere comum, nem impunidade: o discernimento como a verdadeira terceira via

22 de junho de 2026
Debate sobre redes sociais amplia discussão no país
Ricardo Ramos

Debate sobre redes sociais amplia discussão no país

20 de junho de 2026
Powered by the Tomorrow.io Weather API
JORNALISMO COM CREDIBILIDADE                

** Os artigos de opinião, assinados, expressam a visão do autor e não necessariamente a linha editorial do portal Carta de Notícias.

Expediente:

CN Multimidia e Marketing Ltda.
CNPJ: 36.360.043/0001-25

Conselho Editorial: Antônio William Saliba, William Argolo Saliba e Cid Miranda

CEO:
William Argolo
- (31) 98600-3599
E-mail: financeiro@cartadenoticias.com.br

Direção de Jornalismo: William Saliba - (31) 98744-3030
E-mail: awsaliba@cartadenoticias.com.br

Redação
E-mail: redacao@cartadenoticias.com.br
WhatsApp: (31) 98744-3030

Assessoria Jurídica:
Vitor Bizarro
- (31) 98828-9999
E-mail: juridico@cartadenoticias.com.br

Publicações Mais Recentes:

  • A mentira tem perna curta. E a incompetência também

    A mentira tem perna curta. E a incompetência também

    12 de julho de 2026
  • Há algo estranho na repentina morte do senador americano ligado a Trump

    Há algo estranho na repentina morte do senador americano ligado a Trump

    12 de julho de 2026
  • Lula recebe líderes do MST fora da agenda no Planalto

    Lula recebe líderes do MST fora da agenda no Planalto

    11 de julho de 2026
  • Lula tenta irritar Trump e diz que ele sente inveja do domínio chinês

    Lula tenta irritar Trump e diz que ele sente inveja do domínio chinês

    11 de julho de 2026
  • Um apelo ao STF

    Um apelo ao STF

    10 de julho de 2026

2026 © CARTA DE NOTÍCIAS - Todos os Direitos Reservados. - Desenvolvido por: Lucca Tecnologia - Hospedado por: Onex Data Center

Gerenciar o Consentimento
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver Preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Gerais
  • Colunistas
    • Mário Plaka
    • William Saliba
  • Opinião
    • Amauri Meireles
    • Flávia Presoti
    • Ricardo Ramos
    • Vitor Bizarro
  • Vídeos
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Login

2026 © CARTA DE NOTÍCIAS - Todos os Direitos Reservados. - Desenvolvido por: Lucca Tecnologia - Hospedado por: Onex Data Center

Not enough quota to unlock this post
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?