Por Mário Plaka (*)
Após ver atentamente uma publicação do deputado Onyx Lorenzoni, que expôs de forma clara esse posicionamento, resolvi escrever este artigo para alertar o povo brasileiro sobre o teatro encenado pela esquerda. Um teatro que tenta mostrar uma falsa aproximação com cristãos evangélicos e católicos, quando, na realidade, o objetivo é destruir a família, a fé, a liberdade e até mesmo as próprias leis. Pois quando dominam por completo, eles criam suas próprias regras, mudam constituições e reescrevem a história de acordo com os interesses ideológicos de um partido.
Uma nova etapa da perseguição aos cristãos na China comunista escancara a verdadeira face do totalitarismo. Lá, o Partido Comunista obriga igrejas a cantarem hinos de louvor ao comunismo antes mesmo de permitir que os fiéis louvem a Deus. A mensagem é simples e cruel: o Partido acima da fé, acima da Bíblia, acima de Cristo. A evangelização online foi praticamente proibida, e quando a censura não basta, a violência assume o controle. Já vimos operações com centenas de policiais invadindo casas, prendendo líderes religiosos, obreiros e famílias inteiras apenas por se reunirem em nome de Jesus. Isso não é liberdade: é um campo de concentração ideológico.
Mas a China não é um caso isolado. Em Cuba, os cristãos enfrentam vigilância e intimidação constantes. Na Coreia do Norte, possuir uma Bíblia pode custar a vida. Na Nicarágua, padres e bispos são perseguidos, presos e expulsos de suas igrejas. Na Venezuela, líderes cristãos são silenciados sempre que denunciam a miséria e a ditadura. E no Irã — braço direito de regimes comunistas e aliado estratégico da esquerda mundial — cristãos são condenados à prisão, tortura e até morte por professarem sua fé. O padrão é sempre o mesmo: atacar a Igreja, dissolver a família e controlar a sociedade pela força.
É por isso que o Brasil precisa enxergar o perigo. A esquerda brasileira não esconde sua admiração por esses regimes. Basta observar com quem eles se reúnem, quem eles defendem e de quem recebem “orientações”. Foi para a China, por exemplo, que a primeira-dama viajou em busca de “modelos” de regulação da internet. Foi ao Partido Comunista Chinês que pediram ajuda para aprender a censurar as redes sociais no Brasil. O que acontece lá fora é o ensaio do que querem implantar aqui dentro.
Enquanto isso, ensaiam um teatro barato no Brasil. O PT e seus aliados tentam se aproximar de evangélicos e católicos, usando discursos prontos e gestos ensaiados. Querem parecer amigos da fé cristã, mas todos sabemos que se trata de uma encenação. A estratégia é clara: enfraquecer a resistência dos cristãos para, depois, impor gradualmente o mesmo modelo de perseguição que já se vê em regimes autoritários.
Não espere o dia em que sejamos obrigados a cantar um hino à esquerda antes de poder louvar ao Senhor. O alerta já está dado. Cabe aos cristãos, evangélicos e católicos, compreender que este é o momento de se unir, resistir e defender aquilo que é sagrado: a fé, a família, a liberdade e o direito de viver sob leis justas — e não sob leis impostas por ideologias que negam Deus e exaltam o poder humano. Se hoje ficarmos calados, amanhã nossos filhos e netos pagarão o preço. Se não defendermos agora a liberdade de professar nossa fé, amanhã eles não terão nem o direito de abrir a Bíblia. Pense nos seus amigos, pense na sua família, pense nas próximas gerações. O futuro do Brasil depende da coragem que tivermos hoje.























