Por Mário Plaka (*)
Ao longo da minha caminhada, recebi convites de diferentes partidos para disputar eleições. Tive portas abertas e oportunidades reais, mas escolhi não seguir esse caminho. Minha decisão não é fruto de hesitação, mas de análise consciente: política exige responsabilidade, preparo e estrutura, e não pode ser confundida com aventura ou vaidade.
Eu sou Mário Caetano, Mário Plaka. Sou um homem de posicionamento. Tenho conhecimento, coragem, projeto e disposição para enfrentar o que está errado. Mas não tenho, hoje, o capital político necessário para uma disputa estadual, nem os recursos financeiros que uma campanha exige. E sem isso, eu não entro. Candidatura não é brincadeira, não é teste, não é aventura. Eu não posso — e não vou — trair aquilo que sempre critiquei.
Sempre fui contra candidaturas por vaidade, contra aqueles que entram numa disputa apenas para aparecer, marcar posição ou alimentar o próprio ego. Isso é falta de respeito com o eleitor. Além disso, muitas vezes o preço é alto dentro de casa: a família é sacrificada, o financeiro é abalado, e tudo isso por uma ilusão que não se sustenta na realidade.
Política exige três pilares: capacidade, conhecimento e estrutura. Sem isso, não é projeto, é risco. É dividir votos, é enfraquecer quem realmente pode representar melhor a população. Por isso afirmo com clareza: eu não sou candidato. E digo mais: não apoio candidaturas aventureiras, não apoio quem entra na política sem preparo, sem base e sem responsabilidade. Quem não se respeita, não respeita o voto. E quem trai a própria consciência, trai o povo.
Eu sigo firme no meu posicionamento. Posso contribuir, somar, fortalecer projetos sérios — mas sempre com coerência, responsabilidade e verdade. Porque política, para mim, não é sobre aparecer. É sobre fazer o certo.























