Por William Saliba (*)
A direita avança em várias regiões do planeta Terra, enquanto a esquerda está quase extinta nas três Américas. É o novo desenho do mapa geopolítico. Os governantes, políticos e eleitores esquerdistas que ainda restam no mapa estão assustados, indignados e até alucinados.
Para a militância esquerdista, o grande vilão responsável pela atual situação é o conclamado “imperialismo americano” ou, mais especificamente, um só homem: Donald Trump.
Pode parecer cômico, mas a bazófia e a ironia dos recentes pronunciamentos de Lula contra os líderes norte-americanos refletem a insegurança e o medo do atual ocupante do Palácio do Planalto de ser compulsoriamente convidado a fazer uma longa viagem de helicóptero, navio e avião até o hemisfério norte. E ainda ser recebido em uma hospedaria oficial, onde teria como companheiro o seu grande amigo e parceiro Nicolás Maduro. Tudo isso, às expensas de seu antagonista Donald Trump.
Mas o extremo da alucinação esquerdista, no Brasil, viralizou neste final de semana nas redes sociais por conta de uma declaração da ex-ministra Sônia Guajajara. Ela ocupou o cargo de ministra dos Povos Indígenas no governo do nosso “apedeuta presidente descondenado”.
Durante um evento acadêmico em São Paulo, acompanhada pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e pela deputada estadual Ediane Maria (Psol-SP), Guajajara sugeriu que os recentes terremotos registrados na Colômbia e na Venezuela teriam alguma relação com a presença da extrema direita nos governos desses países.
A declaração ocorreu na terça-feira, 11 de agosto, durante um painel dedicado aos temas “racismo ambiental” e “justiça climática”, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
A alucinação dos atuais líderes latino-comunistas me faz plagiar a estrofe de uma famosa música do cantor e compositor “Caetano Venenoso”:
“Só há loucos em ti, América, só há loucos e dissabores…”

























