O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se com representantes diplomáticos de mais de 40 países, em Brasília, para defender o envio do maior número possível de observadores internacionais ao próximo pleito brasileiro. Na ocasião, o pré-candidato à Presidência citou documentos da CIA sobre o sistema eleitoral venezuelano para levantar questionamentos acerca da origem das urnas eletrônicas utilizadas no Brasil.
Durante o encontro, o parlamentar associou os equipamentos brasileiros à empresa Smartmatic, de origem venezuelana. Contudo, a Justiça Eleitoral desmente a afirmação, reiterando que a referida companhia jamais forneceu urnas eletrônicas ou desenvolveu os sistemas de votação empregados pelo tribunal no país.
Apesar das ilações, Flávio declarou que não tem a intenção de contestar o sistema de votação nacional. Segundo o senador, a presença de missões e especialistas estrangeiros serviria para colaborar na ampliação da transparência e da segurança do processo eleitoral.
O movimento do pré-candidato rememora o evento realizado por seu pai, Jair Bolsonaro, com embaixadores em 2022. Naquela oportunidade, as críticas feitas pelo então presidente ao sistema eletrônico resultaram em sua condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

























