O jornal Folha de S. Paulo, um dos maiores e mais antigos do país, publicou uma retificação em suas redes sociais para corrigir uma informação veiculada sobre o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O veículo esclareceu que o parlamentar alagoano não figura atualmente como investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do processo citado em reportagem anterior.
Na nota de correção, a empresa de comunicação explicou que o Supremo Tribunal Federal ainda não abriu formalmente um procedimento de investigação contra o congressista. A demanda decorre de um pedido encaminhado pela Polícia Federal ao STF em abril, cujo andamento depende da análise do relator do caso na Corte, ministro Gilmar Mendes, que solicitou manifestação prévia da Procuradoria-Geral da República (PGR) para decidir se acolhe a petição.
A representação foi formulada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). A peça aponta suposto envolvimento do parlamentar em infração penal contra vulnerável e tentativas de retribuição financeira para impedir o desdobramento do caso.
Alfredo Gaspar nega as acusações e sustenta ter realizado exame de DNA para comprovar a inexistência de vínculo biológico. O congressista atribui a apresentação das denúncias a retaliações políticas decorrentes de sua atuação na CPMI do INSS, na qual defendeu o indiciamento do empresário Fábio Luís Lula da Silva.























