O Brasil contabilizou mais de 40 mil mortes violentas intencionais somente em 2025, durante o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. O volume supera em 44,5% a soma das vítimas civis registradas nos conflitos armados na Faixa de Gaza e na Ucrânia no mesmo período. Os números constam em levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e em relatórios monitorados pelas Nações Unidas.
O comparativo internacional aponta que as duas guerras somaram pouco mais de 28 mil vítimas civis ao longo do ano. Dados do Ministério da Saúde local citados pela ONU indicam 25,7 mil mortes na Faixa de Gaza, enquanto a Missão de Monitoramento de Direitos Humanos do organismo internacional verificou 2,5 mil mortes de civis na Ucrânia decorrentes do confronto. A diferença entre os índices brasileiros e o total dos dois cenários bélicos chegou a 12,5 mil óbitos.
A metodologia de mortes violentas intencionais aplicada pelo FBSP abrange a soma de homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e vítimas decorrentes de intervenções policiais.
Apesar da alta marca em termos absolutos, o país registrou em 2025 a sua menor taxa da série histórica iniciada em 2012. O índice ficou em 19,1 mortes por 100 mil habitantes, o que representou uma redução de 8,2% em comparação com o consolidado de 2024.

























